Previous
Next

BAIXAS TEMPERATURAS E O GADO: TUDO O QUE NÃO TE CONTAM SOBRE OS RISCOS DAS DOENÇAS DE INVERNO

Assim, com a produção de grãos e cereais das lavouras, no inverno, a criação de animais, tanto aves, como especialmente gado, fica muito exposta a problemas e doenças típicas da estação. Problemas respiratórios, baixa imunidade do rebanho, (que pode abrir “portas” para diversas outras doenças de produtividade e vetores de doenças) são muito frequentes nesta época. Será que há uma forma de enfrentar o problema e minimizar tais riscos?

Há muitas questões que podem ser feitas pela saúde dos animais e que muitos pecuaristas não praticam por falta de informação. Será que você está preparado? Veja algumas dicas a seguir.

A queda brusca da temperatura, combinada à baixa umidade e a ocorrência de frentes frias, pode interferir na capacidade dos animais em produzir calor corporal, levando à hipotermia e até a morte. O caso é mais comum do que muitos produtores pensam.

Em 2020, por exemplo, no estado do Mato Grosso, houve o registro de alguns casos graves de perdas, como o do produtor da cidade de Reserva do Cabaçal, que perdeu mais de quinze animais (e teve um prejuízo de mais de R$ 200 mil), em decorrência da presença de frentes frias. É preciso estar prevenido!

Segundo alguns estudos, raças como o gado zebuíno (menos adaptado ao frio),  gados magros (sem reservas de gordura para queimar e produzir calor) e, ainda, animais que não dispõem de um abrigo adequado (em épocas de chuva), nem de suplementos energéticos, estão muito mais expostos nestas situações. Animais mais velhos, cujo metabolismo em geral não tem uma adaptação tão rápida à mudanças bruscas de temperatura também são casos preocupantes nesses meses frios.

Como enfrentar esse problema?
Há algumas possibilidades para serem avaliadas. Entre elas:

– Alguns estudos sugerem fornecer ao rebanho alimentos energéticos – eventualmente milho, sorgo triturado, e farelos como os de trigo e arroz – para que a reserva nutricional fique em equilíbrio;

– De acordo com pesquisas, em média, o fornecimento de uma dose diária de 1 quilo de alimento, para cada 100 quilos de peso vivo do animal, ajuda a manter o animal mais bem nutrido contra temperaturas baixas;

– Além deste fornecimento, é importante que o animal tenha sempre à disposição pastagens para alimentação, também para que, de forma ativa, ele possa se alimentar e manter um alto escore corporal;

– De acordo com dados do do Embrapa, a disponibilidade de forragem, de 2 a 3 toneladas por hectare de matéria seca – MS por hectare, para cada Unidade Animal (UA) – é o recomendado para que os animais se mantenham bem nutridos.

E mais!

Em períodos de frio, tanto no outono como no inverno, a pelagem de bois e vacas também muda, pois cresce para proteção. No entanto, estes mesmos pelos deixam o animal sujeito a doenças de pele, atraindo fungos e bactérias e até favorecendo o surgimento de carrapatos. Nestes casos, é importante agir de forma estratégica para minimizar danos e proteger os animais.

A Nutriphós conta hoje com núcleos de tratamento homeopático como o NTH Endecto, que pode ser usado no controle de dermatites (de naturezas diversas) e ainda no controle de problemas como mosca-dos-chifres e carrapatos.

Além dessas dicas todas, um monitoramento constante do rebanho, aliado a técnicas preventivas de cuidado, nutrição e também de manejo dos espaços do gado – evitando por exemplo uma exposição dos animais ao frio intenso – é a forma mais precisa de evitar baixas no rebanho, decorrentes de problemas ligados ao inverno.

Fique sempre atento e garanta bons resultados, mesmo em épocas aparentemente pouco favoráveis para os resultados! Acompanhe nossas redes para mais dicas sobre a solução de problemasAcesse nosso site para saber mais sobre outras soluções da Nutriphós para fortalecer e nutrir o seu rebanho.

 

fonte:nutriphós